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Carlos Eduardo Negrão
Carlos Eduardo Negrão

Nosso grupo estuda a relação entre atividades físicas e a melhora na saúde, especialmente em relação à síndrome metabólica. A seguir, alguns de nossos focos de pesquisa e a maneira como eles se inter-relacionam.
Síndrome Metabólica (SMet) Pacientes com síndrome metabólica têm alteração no controle quimiorreflexo da atividade nervosa simpática e do padrão respiratório. Dieta e exercício melhoram o padrão de sono em pacientes com síndrome metabólica.
Hipertensão Arterial (HAS) Exercício físico diminui a atividade nervosa simpática o que está associada à melhora na sensibilidade barorreflexa arterial.
Doença Arterial Coronária (DAC) Exercício físico melhora a modulação autonômica cardíaca e o controle neurovascular em pacientes com infarto agudo do miocárdio. Treinamento de natação restaura os níveis de miRNA-29 (a e c) e previne a expressão de colágeno nas bordas da região infartada, o que pode contribuir para a melhora da função ventricular após infarto do miocárdio.
Insuficiência Cardíaca (IC) A diminuição na atividade nervosa simpática em pacientes com insuficiência cardíaca, submetidos a exercício físico, está relacionada à melhora do controle mecano e metaborreflexo muscular. Biópsias de músculo esquelético mostram que a base molecular para essa melhora são a diminuição da expressão gênica e de proteína da COX2, NF?B e aumento do miRNA146, e ao aumento da expressão de receptores TRPV1 e CB1 músculo esquelético.
A melhora da via ubiquitina proteassoma relacionada à degradação de proteína muscular após o treinamento físico na insuficiência cardíaca depende da redução de angiotensina II muscular, uma vez que a infusão desse peptídeo abole os efeitos do exercício físico na expressão de Atrogina, MURF1 e E3? ligase, e a expressão de proteína ubiquitinada e proteína carbonilada.
O exercício físico diminui a expressão de angiotensina II e receptores AT1 de angiotensina. Além disso, o exercício aumenta a expressão de angiotensina 1-7 e dos receptores Mas no músculo esquelético na presença de insuficiência cardíaca. Hiperativação de NADPH oxidase é uma importante fonte de produção de espécies reativas de oxigênio associada à atrofia muscular em insuficiência cardíaca.

exercício físico benefícios do exercício físico efeitos das atividades físicas em polimorfismos

O exercício físico diminui a atividade nervosa simpática em pacientes com doença cardiovascular. Este é um resultado de grande relevância e implicação clínica, uma vez que a atividade nervosa simpática e o fluxo sanguíneo muscular são preditores independentes de mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca. A redução da atividade nervosa simpática está relacionada à melhora da sensibilidade barorreflexa arterial, diminuição da controlemecanorreflexo muscular e aumento na sensibilidade metaborreflexa muscular.

Dieta e exercício melhoram o padrão de sono em pacientes com síndrome metabólica. A angiotensina II abole a melhora no sistema ubiquitina proteassoma provocado pelo treinamento físico na insuficiência cardíaca.

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9. Laboratório de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício: Celular, Molecular e Integrativa - InCor - USP - São Paulo
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Nosso Time

Informações biográficas dos pesquisadores do OCRC,
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Anibal E. Vercesi Pesquisador Sênior

Mecanismos moleculares ligando a obesidade à resistência à insulina e aterosclerose.


Antonio C. Boschero Pesquisador Sênior

Caracterização de defeitos moleculares e celulares de ilhotas pancreáticas em modelos experimentais de obesidade e diabetes.

Carlos E. Negrao Pesquisador Sênior

Mecanismos moleculares unindo a atividade física ao melhor controle metabólico.



Everardo Carneiro Pesquisador Sênior

Avaliação do papel da deficiência nutricional na resistência à insulina e obesidade.


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Helena C. F. de Oliveira Pesquisador Sênior

Mecanismos moleculares ligando a obesidade à resistência à insulina e aterosclerose.


Heraldo P. de Souza Pesquisador Sênior

Resposta imune e termogênese em pacientes com obesidade crônica.



Heitor Moreno Jr Pesquisador Sênior

Papel de polimorfismos genéticos nos parâmetros hemodinâmicos e rigidez vascular em pacientes obesos com hipertensão resistente.

Jose A. R. Gontijo Pesquisador Sênior

Programação fetal e função renal em modelos experimentais de sobrecarga/deficiência nutricional.

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Jose B. C. Carvalheira Pesquisador Sênior

Mecanismos moleculares ligando a obesidade ao câncer.



Licio A. Velloso Pesquisador Sênior

Mecanismos moleculares e celulares que levam à disfunção hipotalâmica na obesidade.


Mario J. A. Saad Pesquisador Sênior

Mecanismos moleculares de resistência à nsulina. Métodos para estudo de disfunções hipotalâmicas e gasto energético em humanos (com Lício).

Ronaldo Pilli Pesquisador Sênior

Desenvolvimento de fármacos específicos para obesidade e diabetes.



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Silvana A. Bordin Pesquisador Sênior

Integração circadiana do metabolismo energético.

Wilson Nadruz Pesquisador Sênior

Impacto da obesidade, adiposidade e hipertensão no remodelamento cardíaco.